O site do seu negócio devia custar menos do que um café por mês
O site é uma das poucas despesas de um negócio que dá para medir em xícaras de café — e uma das poucas cujo retorno se confere com uma única linha de conta.
O que o site de um negócio custa de verdade
Existem três formas honestas de ter um site, e os custos não se parecem em nada. Uma agência constrói algo sob medida: fica com a sua cara, mas custa centenas ou milhares, exige semanas de idas e vindas e uma fatura sempre que você muda o horário. Um construtor por assinatura entrega um modelo e uma cobrança mensal que nunca acaba — mais barato no início, mas você continua escrevendo cada linha e alugando o resultado para sempre.
O terceiro caminho é parar de pagar pelo que você já tem. A sua ficha do Google guarda as fotos, os horários, a categoria e — o mais valioso — anos de clientes explicando com as próprias palavras por que voltam. A blasa lê essa ficha e constrói o site a partir dela. Publicar é grátis, de forma permanente, e o plano que adiciona o seu domínio e tira o anúncio custa, num mês inteiro, menos que dois cafés.
O teste do cliente único
Esta é a única conta que importa e leva dez segundos. Calcule quanto vale um cliente novo ao longo de um ano — não uma visita, um ano de visitas. O frequentador do café que vem duas vezes por semana. A cliente do salão que marca a cada seis semanas. O motorista que volta para a revisão e conta para a família.
Agora compare esse número sozinho com o custo do site no ano. Em quase todo negócio local, um cliente novo cobre o ano várias vezes. É esse o argumento de investimento inteiro, e ele não exige que o site seja um sucesso: exige que funcione uma vez.
Quanto mais apertada a sua margem, mais a sério vale fazer essa conta. Mas repare para onde ela aponta: um negócio pequeno precisa de menos clientes para se pagar, não de mais.
O que ninguém pode prometer a você
Nenhum site — nem o nosso nem outro — pode prometer clientes. Quem diz o contrário está vendendo alguma coisa. O que um site muda é mais estreito e mais útil do que uma promessa: ele decide se dá para encontrar você.
Alguém ouve o seu nome e pesquisa. Alguém pede uma indicação por perto. Alguém pergunta ao ChatGPT onde comer no bairro. Em cada um desses momentos, um negócio sem site é um negócio sem nada para encontrar, nada para linkar e nada para citar. Você não perde a comparação: você simplesmente não está lá, e o vizinho fica com a reserva.
O que «barato» ainda precisa incluir
Preço baixo só é bom negócio se o site funcionar. Exija isto de qualquer site barato: que carregue rápido no celular, que é onde estão os seus clientes; que carregue os dados estruturados LocalBusiness para que o Google e os assistentes de IA leiam endereço, horário e nota como fatos; que fale o idioma dos seus clientes, não só inglês; e que continue publicando, porque uma página que nunca muda aos poucos deixa de ser mostrada.
Todo site da blasa faz as quatro coisas automaticamente, e cada linha vem de uma avaliação ou de uma foto reais — nada é inventado. Para a versão que parte do retorno em vez do preço, leia se um site se paga sozinho.
FAQ
Quanto deve custar o site de um pequeno negócio?
Para um negócio local com ficha no Google Maps, um site deve custar bem menos do que vale um único cliente. Uma agência cobra centenas ou milhares e leva semanas; um construtor por assinatura cobra todo mês para sempre e ainda deixa você escrever o conteúdo. A blasa publica de graça um site multilíngue completo — você cola o link do Google Maps e ele fica no ar em minutos — e o plano pago opcional, que adiciona o seu próprio domínio e remove o anúncio, sai por menos do que a maioria gasta em café num mês. Os preços atuais estão sempre na página de preços da blasa.
Posso ter um site para o meu negócio de graça?
Sim. A blasa gera e hospeda um site completo sem custo e sem cartão: páginas reais, o seu próprio subdomínio, layout para celular, SEO e dados estruturados LocalBusiness, e o idioma dos seus clientes ao lado do inglês. O site gratuito exibe um único anúncio pequeno e claramente identificado e um selo «Made with blasa», que é justamente o que o mantém gratuito. É grátis para sempre, não um teste que expira.
Vale a pena ter site para um negócio muito pequeno?
Faça o teste do cliente único. Calcule quanto vale um cliente novo ao longo de um ano e compare com o custo do site nesse ano. Na maioria dos negócios locais — restaurante, salão, oficina, academia — um único cliente novo cobre o ano inteiro e o resto é lucro. Quanto menor o negócio, menos clientes são precisos para se pagar: o argumento é mais forte para o pequeno negócio, não mais fraco.
Por que um site barato costuma ser um site ruim?
Porque «barato» normalmente significa um modelo que você mesmo preenche, sem teste no celular, sem dados estruturados e sem páginas novas — então ninguém acha. Preço baixo só é vantagem se o site continuar rápido no celular, carregar os dados estruturados LocalBusiness que buscadores e assistentes de IA leem, funcionar no idioma dos seus clientes e continuar publicando. A blasa faz as quatro coisas automaticamente a partir das suas avaliações do Google.
Qual é a forma mais barata de ter um site profissional?
Comece pelo que você já tem: as suas avaliações do Google. A blasa lê a sua ficha do Google Maps — avaliações, fotos, logotipo, horários e categoria — e escreve o site a partir do que clientes reais já disseram sobre você. Não há nada para redigir, desenhar ou manter, o que elimina os dois maiores custos de qualquer site: o texto e o design.