Como oferecer sites aos seus clientes sem construí-los você mesmo
Todo consultor que atende negócios locais acaba ouvindo a mesma pergunta: «você faz o nosso site também?». Dizer sim costumava significar virar uma agência web. Aqui está como dizer sim sem isso.
A pergunta que todo consultor recebe
Se você faz marketing, SEO, fotografia, contabilidade ou design para negócios locais, já pediram para você «fazer o site também». A resposta honesta se resumia a duas opções ruins: indicar outra pessoa e perder o relacionamento por um mês, ou aceitar e virar agência web — modelos, contas de hospedagem, cobrança de conteúdo e um cliente que liga toda vez que o horário muda.
A terceira opção é vender o site e não construí-lo. Não no sentido de terceirizar — no sentido de usar uma ferramenta em que a construção é a parte fácil e o seu valor está em todo o resto.
O que você vende de verdade
Com o plano Creator da blasa, o site é construído a partir da ficha do Google Maps do cliente em minutos — as avaliações reais viram título e seções, as fotos, os horários, o idioma dos clientes dele com inglês ao lado. Então o que você vende não é «um site»; qualquer um gera um. Você vende a venda (você construiu antes da reunião, e ele diz o que os clientes dizem), o critério (qual das três fichas, qual domínio, o que destacar) e a entrega (ele acorda com um site funcionando na própria conta e alguém para perguntar).
Precifique de acordo. O plano é uma taxa fixa para você e o assento é reutilizável, então a margem por cliente é sua. Designers costumam cobrar uma implantação única — venda, assento, domínio, entrega — por uma fração de um projeto sob medida e um múltiplo do que custa a eles. O cliente compara com nada, não com um orçamento: um negócio sem site não tem referência.
Como os assentos mantêm tudo simples
Você tem um conjunto de sites de demonstração e um número menor de assentos pro. Um site de demonstração é gratuito e carrega um selo — ótimo para mostrar. Um assento é o que você coloca num site quando o cliente assina: anúncio e selo fora, domínio próprio, uma página nova por dia. Assentos são aluguel, não presente: tire um de um site e ele fica livre para o próximo cliente.
E quando um cliente por fim contrata o próprio plano — porque quer cuidar sozinho, ou porque você seguiu em frente — o site dele mantém tudo e o assento volta para você. Essa única regra transforma isso num negócio e não num favor: um cliente que cresce além de você é um assento livre, não uma perda.
Diga os limites em voz alta
Isso funciona para o enorme meio do negócio local — os que têm clientes e não têm site — e não para todo mundo. Não há editor, então um cliente que quer layout sob medida precisa de uma agência de verdade e um orçamento de verdade; mande-o para lá. É preciso uma ficha do Google Maps com avaliações. Não faz loja online nem reserva paga. Dizer isso na primeira conversa é o que torna o resto da sua recomendação confiável.
Para a mecânica do fluxo em si — construir antes da reunião, colocar assento, entregar — leia como designers criam sites para clientes a partir de avaliações do Google.
FAQ
Como posso vender sites para clientes se não sou desenvolvedor?
Use uma ferramenta que faz a construção e fique com as partes que precisam de gente: a venda, o preço e a entrega. O plano Creator da blasa constrói um site completo a partir da ficha do Google Maps do cliente em minutos — as avaliações viram o texto, as fotos viram a galeria. Você segura enquanto vende, coloca um assento quando ele assina e transfere para o email dele. Não há nada para programar nem desenhar. Detalhes em creator.blasa.shop.
Quanto devo cobrar por um site feito assim?
Cobre pelo resultado e pelo seu critério, não pelos minutos que levou. O plano é uma taxa fixa para você, então a margem é sua: muitos designers cobram uma implantação única que cobre a venda, o assento e a entrega, e depois param aí ou deixam o cliente assumir o próprio plano mais tarde. O que não fazer é precificar pelo tempo de construção — o valor para um negócio sem site é ter um.
De quem é o site depois que eu entrego ao cliente?
Do cliente. A transferência coloca o site na conta dele: ele vê as ligações e mensagens, corrige os horários, e o site continua dele se ele parar de trabalhar com você. O que fica com você é o assento que mantém o site sem anúncios — um aluguel que você pode mover para outro cliente — e uma linha no seu painel mostrando o site e se foi reivindicado.
Preciso manter os sites depois?
Não, e essa é a ideia. Sites pagos publicam uma página nova todo dia escrita com as avaliações do cliente, então conteúdo fresco acontece sem ninguém escrever, e as correções — horários, telefone, links — são do cliente, no painel dele. Você deixa de ser a pessoa que recebe ligação por um erro de digitação.
E se um cliente quiser sair e cuidar sozinho?
Ele contrata o próprio plano da blasa e nada muda para ele: mesmo site, mesmo endereço, mesmas páginas diárias. O assento que você tinha no site dele volta para você automaticamente. Um cliente que cresce além de você não custa nada e libera um assento — foi feito para ser um bom desfecho, não uma perda.